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7 dicas sobre como dar entrada em um apartamento

7 dicas sobre como dar entrada em um apartamento

São raros os casos em que uma pessoa consegue comprar um imóvel à vista. Isso leva muitos a buscarem por algumas alternativas, e o financiamento imobiliário é a mais comum delas. Porém, mesmo financiando grande parte do valor, você precisa oferecer um sinal, o que pode complicar as coisas. Então, como dar entrada em um apartamento?

Se você deseja realizar o sonho da casa própria, mas ainda não tem o dinheiro suficiente, não se preocupe, pois, daremos algumas dicas que podem ajudá-lo a resolver o problema e da entrada no imóvel com mais rapidez e facilidade. Confira!

Por que você deve se planejar para dar uma boa entrada?

Por que você deve se planejar para dar uma boa entrada?

Juntar o dinheiro para dar de entrada no apartamento é um esforço que exige organização e planejamento das finanças pessoais e da família — mas acredite, todo o esforço aplicado nesse sentido vale a pena.

Afinal, quanto maior for a parte que puder abater, menor será o valor financiado, pagando menos parcelas e juros. Essa é uma forma de reduzir o tempo de comprometimento da renda mensal familiar e pagar menos pelo tão sonhado imóvel. Então, mãos à obra!

Como calcular o valor de entrada do imóvel?

Como calcular o valor de entrada do imóvel?

Geralmente, o valor necessário para dar de entrada em um apartamento é definido com base na renda familiar e no preço da propriedade. No entanto, a maioria dos bancos e financeiras pedem uma garantia inicial de 30%.

Então, se o imóvel custa R$ 300 mil, é comum cobrarem R$ 90 mil de entrada, parcelando o restante. Nesse caso, os outros 70% (R$ 210 mil) do valor financiado têm juros embutidos nas parcelas. Além disso, a parte financiada precisa ser dividida em prestações que não ultrapassem os 30% da renda familiar mensal somada, mesmo incluindo os juros.

Como dar entrada em um apartamento?

Como dar entrada em um apartamento?

Tendo conhecimento sobre a importância do planejamento financeiro, listamos algumas dicas que vão ajudá-lo a superar o desafio da entrada exigida no financiamento. Acompanhe!

1. Busque formas de economizar

A gente se acostuma a viver com o que ganha e pode simular condições para aprender a viver com menos. Assim, alguns pequenos esforços somados podem gerar uma grande economia no final do mês. Para isso, seja crítico quanto ao estilo de vida que leva e separe o que realmente é necessário do que é supérfluo — parar de comprar coisas por impulso é um bom começo.

Depois, avalie o seu consumo de água, energia e combustível. Eliminar desperdícios e trocar o carro por ônibus ou bicicleta por um tempo ajuda bastante. Logo, você perceberá que não precisa deixar de viver para fazer algumas economias, podendo se divertir no processo.

2. Desenvolva uma renda extra

Outra forma de conseguir o dinheiro rapidamente para dar de entrada no imóvel é fazendo uma renda extra. Então, no seu tempo livre, monte um negócio na internet para vender produtos e/ou serviços. Se tiver alguma habilidade, pode oferecer consultorias e realizar pequenos jobs online, por exemplo. A venda de e-books e celulares também está em alta.

Além disso, você pode vender coisas usadas que não usa mais e fazer um curso profissionalizante na sua área de atuação para tentar uma promoção no emprego — fazer horas-extras no trabalho também conta. Qualquer coisa que fizer para ganhar mais ajudará a realizar os seus sonhos mais rapidamente, lembre-se disso!

3. Compre imóveis na planta

Se não tiver tanta pressa para se mudar, você pode aproveitar uma boa oportunidade garantindo o seu apartamento ainda na planta. Nesse modelo de compra, algumas construtoras e imobiliárias financiam a entrada até a entrega das chaves, que pode chegar a 36 meses. Depois, você passa a pagar somente as parcelas referentes ao restante do valor.

4. Invista em renda fixa

Com os esforços dedicados à economia doméstica e formação de novas fontes de renda, logo sobrará uma boa grana no fim de cada mês. Quando isso acontecer, você deve passar a investir o montante para gerar novos ganhos.

Uma boa forma de fazer isso é aplicando o valor em ativos de renda fixa, como Tesouro Direto e CDB (Certificado de Depósito Bancário). Contudo, não se esqueça de deixar uma reserva na poupança para emergências — o ideal é que o valor cubra, pelo menos, 3 meses de despesas.

5. Financie 100% do valor

O mercado imobiliário anda tão aquecido que alguns bancos, financeiras e imobiliárias já oferecem modalidades de crédito que cobrem o valor integral do apartamento, mesmo que ele já tenha sido entregue. Isso significa que não precisa mais dar uma entrada para iniciar o financiamento da propriedade.

Mas fique atento, pois, essa alternativa deve tornar a compra mais cara. Como você não quitará uma parte à vista, o valor financiado fica muito alto, assim como os riscos assumidos pela empresa.

Isso deve gerar um maior número de parcelas, mensalidades bem mais altas que o convencional e juros acumulados que podem inviabilizar a compra. Então, só use essa opção se fizer um bom planejamento e tiver uma condição financeira confortável.

6. Use o seu imóvel antigo

Muita gente não sabe, mas é possível oferecer um imóvel usado como entrada. Basicamente, esse processo funciona como uma troca, onde o proprietário do bem mais caro recebe a diferença em dinheiro — mas não se preocupe, pois, essa diferença pode ser financiada.

Essa alternativa pode reduzir os juros de financiamento e até abater impostos, pois a lei prevê uma regra de tributação diferenciada nesses casos. Se os dois imóveis tiverem valor igual, por exemplo, você não pagará impostos na transação, o que torna o negócio bem interessante.

Porém, apesar de a legislação brasileira permitir o uso de terrenos e imóveis comerciais na troca, algumas imobiliárias podem aceitar somente casas e apartamentos de caráter residencial por causa da maior facilidade em alugar e vender.

7. Use o seu FGTS

Outra coisa que muita gente ainda não sabe é que também é possível utilizar o saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para dar de entrada no apartamento. Quanto maior o saldo, melhor, pois, financiará uma parte menor do valor. Porém, para ter acesso a esse recurso você deve:

  • acumular um período de trabalho igual ou superior a 3 anos, consecutivos ou não, na mesma empresa ou em outras que depositam o FGTS;
  • não possuir imóveis em seu nome, principalmente no município onde vive e/ou trabalha;
  • não ter nenhum financiamento em aberto no SFH (Sistema Financeiro de Habitação);
  • não ter utilizado o saldo do FGTS nos últimos 3 anos.

Se você se encaixa nos requisitos acima, é só ir até uma agência da Caixa Econômica Federal munido da Carteira de Trabalho e documentos de identificação para consultar a possibilidade de liberação.

Agora que você já sabe como dar entrada em um apartamento, não se esqueça de pesquisar as taxas de juros antes de entrar no financiamento. Afinal, existem muitas oportunidades no mercado e você deve encontrar a que melhor atende às suas necessidades.

Quer saber mais sobre o assunto? Descubra agora qual é a melhor taxa de financiamento imobiliário!

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