7 dicas para pagar as parcelas do financiamento em dia

7 dicas para pagar as parcelas do financiamento em dia

Para que o sonho da casa própria não se transforme em pesadelo, manter as parcelas do financiamento em dia é fundamental. Em geral, o prazo para pagamento se estende por anos, o que acaba gerando um comprometimento de recursos.

Sendo assim, o planejamento financeiro deve fazer parte da rotina de quem optou pela casa própria financiada. Alguns cuidados simples e pequenas mudanças de hábitos — que garantem grandes diferenças — ajudam a família a honrar com os compromissos financeiros assumidos.

Pensando nisso, selecionamos sete dicas para pagar as parcelas do financiamento em dia e, assim, aproveitar com tranquilidade a tão sonhada casa própria. Confira!

1. Analise suas finanças antes de assumir uma dívida

Sem dúvida, essa é a principal dica. Lembre-se de que é impossível pagar um financiamento se os rendimentos da família não são suficientes. Mas não basta analisar apenas quanto se ganha: é preciso calcular as quantias gastas, principalmente aquelas referentes às despesas fixas.

O melhor é começar fazendo uma lista de todos os gastos atuais, tanto dos rotineiros quanto dos supérfluos. Dessa forma, você terá uma visão melhor do que é realmente essencial para sua sobrevivência e a de toda a família. O que não for primordial pode ser diminuído ou excluído.

Também é importante separar uma parte do recurso financeiro disponível (aquela que não está comprometida com as despesas fixas) para situações emergenciais, como um conserto no carro ou tratamento médico.

2. Tenha uma reserva financeira

Para não ter problemas com o pagamento das parcelas do financiamento imobiliário, o ideal é contar com uma reserva financeira. Essa é a única forma de garantir que nem mesmo os imprevistos venham a desestabilizar seu planejamento e colocar em risco a concretização da compra do imóvel.

Comece reservando parte do seu salário todo mês. A colaboração da família, nesse caso, também é fundamental. O recurso excedente vai auxiliar a quitar as parcelas do financiamento.

Tudo isso vai requerer muita disciplina e planejamento, já que também não adianta acumular uma reserva financeira e comprometer outras necessidades. Por outro lado, caso não haja nenhum imprevisto e você não precise utilizá-la, essa poupança pode servir para amortizar a dívida e reduzir o tempo ou o valor do financiamento.

3. Utilize seu FGTS

É claro que imprevistos acontecem e, às vezes, nem mesmo a reserva financeira é suficiente. Você pode perder seu emprego, por exemplo. Mas existem alternativas inclusive para situações do tipo — como o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), que pode ser útil para reduzir as parcelas do financiamento imobiliário.

Muita gente não sabe, mas o FGTS, muito utilizado para dar entrada na casa própria, também pode ser servir para amortizar a dívida anualmente. Isso quer dizer que, ao final de 12 meses, é possível reduzir o número de parcelas para quitar o financiamento mais rapidamente ou diluir o valor no montante parcelado.

Vale lembrar que o FGTS tem um rendimento inferior à inflação (cerca de 3% ao ano), portanto compensa aplicar esse recurso no abatimento do valor financiado. Enfim, considere também seu Fundo de Garantia e o quanto você conseguirá acumular ao longo de um ano no planejamento financeiro. Mas pense nessa quantia sempre como uma reserva a ser usada em último caso.

4. Coloque como meta a amortização da dívida

Para baratear o financiamento imobiliário e conseguir pagá-lo com mais facilidade, uma estratégia interessante é a amortização da dívida. Isso significa que um financiamento de 30 anos pode ser quitado antes do prazo, com muitas vantagens!

A amortização nada mais é do que adiantar o pagamento do saldo devedor. Com isso, é possível diminuir a dívida e, consequentemente, os juros que incidem sobre ela. Para tanto, o comprador pode optar por reduzir o valor pago mensalmente ou o número de parcelas.

Outra grande vantagem da amortização é que, ao reduzir o número de prestações, a pessoa deixa de pagar as taxas administrativas e de seguro das mensalidades quitadas. Ao final, isso significará uma economia ainda maior.

5. Avalie sua carreira profissional

Quem está no início da carreira profissional, principalmente as pessoas mais jovens, deve ter atenção redobrada na hora de se planejar para assumir um financiamento. Isso porque estamos vivendo em um período de grande instabilidade.

Por outro lado, ao deixarem a casa dos pais, muitos jovens preferem comprar a alugar um imóvel, principalmente porque se trata de um bom investimento. Sendo assim, o recomendado é fazer uma simulação antes de assumir a dívida.

Elabore uma estimativa de quanto você precisa para morar sozinho. Alguns jovens desconhecem os custos fixos de uma casa, portanto é imprescindível fazer uma lista com todos os gastos essenciais, como água, luz, internet, gás, condomínio etc.

Considere também que esses gastos serão somados às suas despesas pessoais, como faculdade e transporte. De qualquer forma, é preciso ter em mente que abrir mão de certos confortos faz parte da vida de quem assume o financiamento do primeiro apartamento.

6. Utilize o décimo terceiro e as férias

Para pagar as parcelas do financiamento em dia, é possível incluir no planejamento as férias e o décimo terceiro. Caso você não precise utilizar esses recursos, aproveite-os para amortizar a dívida. Pode ser difícil abrir mão da viagem que costumava fazer com esse dinheiro extra, mas lembre-se: é por uma boa causa!

7. Tenha uma renda extra

Além de todo o controle dos gastos e das demais dicas que demos, tentar aumentar a renda é uma ótima alternativa. Para tanto, você não precisa arrumar mais um emprego, pois esse recurso pode vir de investimentos financeiros. Títulos de dívidas públicas apresentam baixo risco e um rendimento significativo, ou seja, são perfeitos para quem precisa de renda extra.

Você também tem a possibilidade de fazer alguns trabalhos como freelancer ou revender produtos. O importante é aumentar seus recursos financeiros e comprar a sonhada casa própria, certo?

Enfim, planejamento financeiro, redução de gastos, reserva de recursos e, sempre que der, amortização da dívida são as melhores maneiras de se conseguir pagar as parcelas do financiamento em dia.

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